quarta-feira, 10 de outubro de 2007

Valorização no mercado imobiliário

No período de um ano, bairros como Barra da Tijuca, Recreio dos Bandeirantes, Jacarepaguá, Botafogo e São Cristóvão tiveram crescente modernização, o que contribuiu para a valorização dos imóveis desses locais.

Na zona norte houve uma valorização aproximadamente de 20% dos imóveis no entorno do estádio olímpico João Havelange, construído especialmente para os jogos Pan-Americanos. Os bairros do Grande Méier – Engenho de Dentro, Todos os Santos, Pilares, Cachambi e Del Castilho -, receberam nada menos que dez empreendimentos, com mais de 2.450 unidades, desde o começo do planejamento do estádio, há dois anos.

domingo, 29 de abril de 2007

Imóvel urgente

Os inquilinos do 1.098 da Ataulfo de Paiva, no Leblon, ganharam uma espécie de taxa de urgência para deixarem mais rapidamente o imóvel, onde, em breve, será erguido um grande edifício de escritórios. Cada inquilino de apartamento ganhou R$ 100 mil.
As duas lojas do térreo, inclusive a relojoaria que estava ali há 30 anos, receberam, cada uma, R$ 600 mil.

Parceria imobiliária

Uma parceria entre a Patrimóvel e a Pactual Desenvolvimento e Gestão Realty (PDG Realty) irá movimentar o mercado imobiliário do Rio de Janeiro. A empresa, braço imobiliário do Banco Pactual, adquiriu, por R$ 15 milhões, 20% das ações da Patrimóvel, que atualmente é a segunda maior imobiliária do País.
Segundo Rubem Vasconcelos, presidente da Patrimóvel, a parceria entre as empresas faz parte da expansão da empresa imobiliária no Brasil.
"A PDG Realty é uma empresa de capital aberto, com investimentos internacionais. As duas empresas trabalharão juntas para a expansão da Patrimóvel pelo País. Além disso, ela atuará na administração financeira da empresa", explicou o presidente da Patrimóvel, lembrando que atualmente sua empresa atua no Rio de Janeiro e em Vitória, no Espírito Santo. Já em Niterói, o empresário está à frente da Rubem Vasconcelos Imóveis.
História - Há 34 anos no setor imobiliário carioca, a Patrimóvel, segunda maior imobiliária do País, é responsável pela comercialização de 85% dos lançamentos do Rio, e está desde 1990 sob o comando do empresário Rubem Vasconcelos.

quarta-feira, 18 de abril de 2007

Quem casa quer casa

Boas condições de financiamento é um incentivo para investir no sonho da casa própria
Atraídos por financiamento facilitado e área de lazer diversificada, jovens casais, têm representado uma fatia crescente do mercado comprador de novos empreendimentos.
Segundo dados da Patrimóvel, este índice de jovens casais representam 15% dos compradores de novos apartamentos. Há dez anos, eles eram 5%. Só para se ter uma idéia, de acordo com a Construtora Rossi, a grande maioria dos primeiros 300 apartamentos do empreendimento Liberty, em Jacarepaguá, foi vendida para casais novos, ainda sem filhos.
- O sonho da casa própria é verdadeiro e hoje, com a moeda estável e boas condições de financiamento, ele pode se tornar realidade para esses compradores mais jovens. Há empreendimento com prestação de R$ 350 durante a obra - diz o presidente da Patrimóvel, Rubem Vasconcelos.
Só 25% até as chaves
Diretor da Construtora Rossi, Frederico Kessler destaca que as condições atuais de financiamento são ideais para quem está em começo de vida, encaixando-se facilmente ao orçamento:
- Antes, o comprador precisava pagar 50% do valor do imóvel até a entrega das chaves. Hoje, isso está reduzido para cerca de 25%.

segunda-feira, 16 de abril de 2007

Creci-RJ abre edição 2007 da Feira de Imóveis de Nova Friburgo no próximo dia 19

Evento prevê negociação superior a 100 mil imóveis
O Conselho Regional de Corretores de Imóveis (Creci-RJ) promoverá a cerimônia de abertura da terceira edição da Feira de Imóveis de Nova Friburgo na próxima quinta-feira, dia 19, às 17h. O evento, que ocorrerá no segundo piso do Friburgo Shopping (Praça Getúlio Vargas, Centro), reunirá 40 expositores, entre corretores de imóveis e imobiliárias, com oferta ao público de mais de mil unidades residenciais e comerciais, além de terrenos. A expectativa é que mais de 100 imóveis sejam negociados durante a feira, com um resultado comercial superior a R$ 7,5 milhões. Os organizadores estimam que o público visitante poderá chegar a 15 mil pessoas nos três dias do encontro, que termina no sábado, dia 21. A entrada é franca e o horário de funcionamento vai das 13h às 21h.
Parceira do Creci-RJ na realização, a Caixa Econômica Federal disponibilizará um plantão especial de atendimento, com simulações de crédito e oferta de pacote de financiamentos para imóveis usados, novos ou na planta. Para agilizar as vendas, os cartórios orientarão os visitantes quanto à documentação e estarão aptos a emitir certidões necessárias ao fechamento dos negócios. Uma central, com três computadores conectados à Internet, terá como função transmitir todas as informações da carteira de imóveis aos visitantes.
De acordo com Camilo Abicalil, diretor do Creci-RJ e coordenador do evento, esta é uma ótima oportunidade para quem quer adquirir um imóvel na região. “Esta feira é a reunião de profissionais qualificados e uma enorme oferta de imóveis. Esta união só pode gerar bons negócios”, opinou.
O evento ofertará ainda outros serviços que agilizarão os negócios. A Secretaria de Fazenda de Nova Friburgo emitirá as guias do Imposto de Transmissão Inter Vivos (ITBI), além de outros documentos necessários à transferência de propriedades. Funcionários do Creci-RJ prestarão informações sobre o órgão, além de distribuírem material promocional.
O encontro de negócios conta com o apoio de um grande número de empresas e instituições, como Prefeitura e OAB locais, Sindicato de Corretores de Imóveis do Estado do Rio de Janeiro, Concessionária de Águas e Esgotos de Nova Friburgo (Caenf), Companhia de Eletricidade de Nova Friburgo (Cenf), Empresa Brasileira de Meio Ambiente (EBMA) e Rota 116, entre outras.
Mais informações pelo telefone (22) 2522-9998.

quinta-feira, 12 de abril de 2007

PAC: Convênio financia 1.500 imóveis no Rio

A Caixa Econômica assinou convênio com a RJZ/Cyrela para financiar 1.500 unidades no Rio, pelo PAC (Programa de Aceleração do Crescimento). O valor médio dos imóveis é de R$ 180 mil. A Klabin Segall e a Gafisa também participam do convênio e vão construir mais de seis mil unidades.

CEF realiza feirão da casa própria em junho


Evento terá quatro dias de duração

O feirão da casa própria no Rio será na primeira quinzena de junho e vai ter quatro dias de duração. O local e a quantidade de imóveis ainda estão sendo negociados pela Caixa Econômica Federal. O evento terá o mesmo molde dos outros anos e reunirá construtoras, imobiliárias e cartórios em um só lugar.
Enquanto o feirão não chega, entretanto, a Caixa e o Sindicato dos Corretores de Imóveis do Rio iniciaram ontem um mutirão para vender 1.643 imóveis de propriedade do banco. No primeiro dia, foram firmados 14 contratos, num valor total de R$ 549.200. O mutirão vai até esta sexta-feira.
São oferecidos terrenos, casas e apartamentos que podem ser comprados por venda direta ou por concorrência pública. O plantão está funcionando na Rua Visconde de Inhaúma 68, no Centro, das 10h às 18h.
Os imóveis estão localizados em municípios da Região Metropolitana, da Baixada Fluminense e do interior do estado. Os preços das casas e apartamentos variam de R$ 6 mil a R$ 400 mil. Já os terrenos estão na faixa de R$ 5 mil a R$ 120 mil. Há mais de 1.300 imóveis em venda direta e outros 300 em concorrência pública. As linhas de crédito da Caixa podem ser usadas e o financiamento pode chegar a 100%.

CHL lança empreendimento na Barra da Tijuca

Conhecida por seus investimentos residenciais, a construtora e incorporadora CHL lançará em abril, na Barra da Tijuca, o Island Personal Offices, empreendimento comercial com 175 salas divididas em três andares, com valor médio de R$ 200 mil. Inclui auditórios, circuito fechado de TV e elevadores panorâmicos.

Casa própria com prestações visualizadas

Sistema permite opção de valores instantâneos

O interessado na compra da casa própria já pode escolher e adquirir o imóvel com a opção de visualizar instantaneamente os valores das prestações, do início ao fim. O processo, disponível na Ética Imobiliária, é feito através de um programa do Banco Real que possibilita ao cliente comprar o imóvel e fazer o financiamento ao mesmo tempo.
A própria imobiliária se encarrega de receber a documentação para a aprovação do crédito pelo banco. A novidade vale para imóveis novos e usados a partir de R$ 46 mil e com financiamento mínimo de R$ 20 mil. A renda familiar mínima é de mil reais e há linhas de crédito disponíveis com juros a partir de 9% a.a. para imóveis até R$ 120 mil.

Curso para Corretor

Carreira cresce com mercado aquecido

Para acompanhar a expansão do mercado imobiliário carioca, é preciso ter profissionais qualificados para atender à demanda de interessados na compra do imóvel. De olho nesse segmento, o Senac Rio e o Sindimóveis Rio (Sindicato dos Corretores de Imóveisa do Rio de Janeiro) têm aprimorado os cursos de formação de corretores.
No dia 16, o Senac Rio inicia mais uma turma do curso Técnico em Transações Imobiliárias (TTI), no Centro Politécnico na Rua 24 de Maio 543, Riachuelo. Essa é a primeira etapa para quem planeja atuar no mercado. O principal objetivo é mostrar aos profissionais como funcionam as operações de compra, venda e locação de imóveis. Estratégias de marketing também fazem parte do programa.Segundo o gerente do Centro de Desenvolvimento Empresarial do Senac Rio, Alessandro Corrêa, a legislação das transações imobiliárias é outro destaque do curso.
Ele explica que o TTI existe no Senac desde 1979 e continua atraindo cada vez mais adeptos. O gerente lembra que é preciso ter o Ensino Médio para participar. Após concluir o curso, o profissional deve procurar o Creci-RJ para solicitar o Registro Profissional. É preciso levar o diploma ou a declaração de conclusão do curso. A entidade fica na Avenida Presidente Vargas 417, 20° andar, Centro. Mesmo prédio do Sindimóveis, que atende no 22º andar.
O Creci-RJ também oferece cursos para formação de corretores de imóveis. Segundo o sócio-diretor da Basimóvel, Alexandre Fonseca, os profissionais precisam estar antenados às novidades do mercado: "Hoje, o corretor precisa conhecer bastante a área em que atua e os produtos que têm em carteira, pois os clientes estão cada vez mais exigentes e dinâmicos", afirma.
A corretora Luciana Navarro fez o curso do Creci-RJ e começou a trabalhar na área em 1996. "É uma profissão na qual você faz o seu salário. Principalmente agora, em que estamos vivendo a melhor fase do mercado imobiliário" conta Luciana.

Redução de gás carbônico

A Concal é a primeira empresa do mercado imobiliário brasileiro a neutralizar a emissão de gás carbônico na atmosfera. Já foram plantadas 15 mil árvores, e outras 20 mil mudas estão sendo preparadas.

Parceria une Creci-RJ, Sindimóveis Rio e Caixa Econômica Federal

Corretor intermediará venda de imóveis de propriedade da Caixa

A Caixa Econômica Federal estendeu ao Creci-RJ convênio já existente com o Sindicato de Corretores de Imóveis do Município do Rio de Janeiro (Sindimóveis Rio), que possibilita a intermediação da venda de imóveis de propriedade daquela instituição, através de corretores de imóveis tecnicamente capacitados e sem restrição cadastral. O contrato prevê a responsabilidade da Caixa na prestação de subsídios necessários ao desempenho das atividades dos corretores de imóveis.
O trabalho de intermediação compreende, dentre outras etapas, diagnóstico do imóvel, identificação do interesse do ocupante na aquisição, divulgação da venda, prestação de informações sobre as unidades, acompanhamento do comprador para entrega de documentação nas agências da Caixa e ajuizamento eventual de ações para desocupação de imóveis vendidos que estejam ocupados, o que se fará já em nome do comprador, que arcará com as custas processuais.
As vendas que podem se utilizar os corretores são aquelas em que os imóveis estão em Venda Direta e já tenham sido objeto de licitação anterior, não podendo estes, serem vendidos para órgãos públicos ou entidades da administração pública de qualquer esfera de governo Municipal, Estadual ou Federal, bem como para funcionários da Caixa, ativos ou aposentados. A Caixa informará, previamente, a relação de todos esses imóveis, contendo dados como endereço do bem, descrição, situação (ocupado ou não), valor mínimo de venda e prazo de validade do Laudo de Avaliação. Esta relação valerá como autorização de venda com exclusividade.
Os honorários sobre as vendas efetivadas são de 5%, pagos diretamente pelo comprador, sendo vedado o recebimento de qualquer quantia a título de sinal. Os imóveis novos não entram nesta negociação.
Para se habilitar junto à Caixa, o corretor de imóveis deverá preencher ficha cadastral, disponível no Creci-RJ ou Sindimóveis Rio. Os habilitados assinarão um termo de adesão ao convênio que permitirá sua atuação em uma das agências da Caixa. O Creci-RJ ministrará o treinamento para os aprovados, com suporte técnico da Caixa, que fornecerá representantes para ministrar cursos e palestras.
Há um serviço de atendimento exclusivo para os corretores, através do e-mail gilierj05@caixa.gov.br. As respostas são enviadas, no máximo, em 48 horas.
Outras informações: (21) 2202-4078. Falar com Tânia ou Orlando, Gerência de Alienação.

Cofeci regulamenta atividade de Avaliador Imobiliário

Área de atuação do corretor de imóveis é ampliada

Os corretores de imóveis têm agora uma nova função incorporada à profissão. Trata-se da atividade de Avaliador Imobiliário que, desde 28 de agosto, através da Resolução do Conselho Federal de Corretores de Imóveis (Cofeci) nº 957/2006, passou a ser exercida também pelos profissionais da intermediação imobiliária.
Até então, de acordo com a Norma 14.653-1, da Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT), somente os profissionais credenciados pelo Conselho Regional de Engenharia e Arquitetura (Crea) eram habilitados para exercer esta função. Essa mesma norma, porém, autoriza os profissionais legalmente habilitados em suas especialidades a realizarem perícia e parecer técnico. O corretor de imóveis preenche esse requisito, pois está habilitado pela Lei 6.530/78, que regulamenta a profissão, além de ser a pessoa mais capacitada para realizar uma avaliação mercadológica do imóvel.
Esta atividade já vinha sendo realizada pelos corretores, mas somente após um processo de licitação nacional publicado recentemente pela empresa Brasil Telecom, foi feita a primeira referência à nova regulamentação.
A resolução do Cofeci prevê a implantação nos Creci’s de um Cadastro Nacional de Avaliadores de Imóveis, onde os corretores portadores de diploma de curso superior em Gestão Imobiliária, ou equivalente, e certificado de especialista em Avaliação Imobiliária poderão preencher o requerimento de cadastro. Após o cadastramento, os profissionais qualificados estarão aptos a receber o Selo Certificador e o Formulário para Emissão da Avaliação Técnica do Imóvel, que será fornecido pelo próprio Creci. O documento está disponível no site www.cofeci.gov.br.

quarta-feira, 11 de abril de 2007

Profissão Corretor de Imóvel


Somente corretores imobiliários habilitados podem vender ou alugar um imóvel
Qualquer pessoa não habilitada legalmente que for pega exercendo a profissão corre o risco de ser processada por exercício ilegal da corretagem. O órgão legalizador da profissão é o Cofeci (Conselho Federal de Corretores de Imóveis), uma autarquia federal, sediada em Brasília, que é representado nos outros Estados Brasileiros por Conselhos Regionais de Corretores de Imóveis (Creci’s), responsáveis pela fiscalização do exercício da profissão.
Para se tornar um Corretor de Imóvel é preciso fazer um curso de Técnico em Transações Imobiliárias (TTI) ou Gestão Imobiliária, este último, de nível superior. Instituições como Senac e Centro Educacional de Niterói oferecem o curso de nível técnico, enquanto as Universidades Severino Sombra e Veiga de Almeida, dentre outras, ministram o curso superior.

Empreendimentos fora da orla

A queda dos juros, a oferta maciça de crédito habitacional, a recuperação da renda, para Márcio Fortes, são fatores que explicam a diversificação dos empreendimentos. A João Fortes Engenharia não construía na Tijuca há 15 anos; na Pavuna, há 25 anos; em Jacarepaguá, há seis. "O cenário anterior levou o setor a só vender para os ricos, acompanhando a orla. Isso, agora, está se ajustando", diz.

Barra com preço de Zona Norte

Imóveis perto da Vila do Pan, a partir de R$ 110 mil, despertam interesse

Mercado imobiliário aposta na Barra da Tijuca, que abriga o Autódromo e o Riocentro para atrair compradores da Zona Norte. A estratégia tem surtido efeito e pode ser verificada na quantidade de empreendimentos lançados na localidade. Outra prova do sucesso é o número elevado de escrituras assinadas. Na região, construtores investem em condomínios com muitas unidades e área de lazer completa, além de condições especiais de pagamento. Um dos exemplos é a prestação durante a obra a partir de R$ 375.
Os lançamentos são na planta - as unidades ainda serão construídas. Na entrega das chaves, é possível usar o FGTS (Fundo de Garantia do Tempo de Serviço) para abater a dívida. O pagamento é de até 20 anos. A construtora Santa Cecília está finalizando o projeto de um resort com 700 unidades em frente ao parque aquático do Pan-Americano, na Avenida Abelardo Bueno. O empreendimento ficará em uma área de 33 mil metros quadrados.
A região está sendo revitalizada para abrigar os jogos do Pan e tem recebido investimentos do governo e da iniciativa privada.

Península ganha mais nove condomínios

Mais nove condomínios equipados com rede própria de tratamento de esgoto serão entregues na Península, às margens da Lagoa da Tijuca, na Barra. Um exemplo é o Gauguin, da construtora Carmo e Calçada, que contará também com hidrômetros individuais.

terça-feira, 10 de abril de 2007

Pós Graduação em Direito Imobiliário

A Universidade Veiga de Almeida está com inscrições abertas para o curso de Pós Graduação em Direito Imobiliário no campus Barra da Tijuca. As aulas serão às segundas e quartas-feiras, das 19h às 22h e as aulas terá início em 16.04.07.
Na grade curricular, estão módulos como Contratos Imobiliários; Legislação Imobiliária em Locações e Condomínios; Direito Ambiental Imobiliário, dentre outros. A coordenação do curso é da professora Fátima Santoro e do Desembargador Nagib Slaibi Filho.
Mais informações: www.uva.br


Empreendimento exportação


O condomínio Riserva Uno, em construção na Barra, é o primeiro empreendimento imobiliário carioca à venda no exterior. Uma parceria entre a brasileira Ximenes e a americana Newmark Knight Frank pôs unidades do condomínio em oferta em mais de 30 países. Um irlandês orçou quatro apartamentos e está disposto a gastar 3 milhões de euros. A expectativa é comercializar, no mínimo, 50 unidades para estrangeiros este ano.

Imobiliária muda padrão

A Ximenes Consultoria Imobiliária abrirá sede em São Paulo. Na contramão do movimento tradicional, de São Paulo para o Rio, a empresa comercializará imóveis de alto padrão, com valores acima de R$ 2 milhões. A consultoria chega com 20 corretores e a expectativa é negociar mais de 35 imóveis ainda neste semestre.

Engenharia lança imóveis no Rio e Niterói

Diversidade geográfica é o nome do jogo na João Fortes Engenharia. O grupo prepara o lançamento, ainda este ano, de quatro empreendimentos residenciais em áreas tão diferentes quanto Niterói, Recreio, Tijuca e Pavuna, anuncia Márcio Fortes, presidente da JFE. No Recreio, será erguido um condomínio com 768 apartamentos, continuação do Nova Barra. Ao todo, serão R$ 500 milhões em valor geral de vendas nos quatro projetos.

Desenvolvimento com sabedoria

A Barra da Tijuca revela-se hoje como um exemplo de que é possível crescer de maneira sustentável. Não se pode negar que a expansão em ritmo acelerado, o que é uma realidade aqui e em bairros vizinhos - principalmente no Recreio e em Jacarepaguá - traz a reboque problemas que afligem aqueles que escolheram a Barra para morar. Mas é certo, também, que os mesmos cidadãos preocupados com a manutenção da qualidade de vida na região têm, a cada dia mais, unido forças para reivindicar e cobrar do poder público a atenção que o bairro que mais cresce no Rio merece.
O desenvolvimento desta bela e próspera região, foi alavancado por algumas das principais construtoras, incorporadoras e imobiliárias do país. E hoje, felizmente, já é consenso entre os empresários do mercado imobiliário que não zelar pela qualidade de vida na região é matar a galinha dos ovos de ouro.

quarta-feira, 4 de abril de 2007

Imóvel na planta com segurança

O planejamento da segurança na planta do condomínio é uma forma de diminuir os gastos entre os futuros moradores (já que costuma estar concluído no preço total da obra) e dá a certeza que foi desenvolvido especialmente para tal finalidade, atendendo exatamente às necessidades específicas do empreendimento.
A iniciativa também evita o transtorno que uma obra para tal finalidade causaria no futuro, com a necessidade de adequação da construção às medidas de segurança que não foram planejadas.
É na planta de um imóvel que se prevê todo o fluxo de visitantes. Por isso, é justamente nessa etapa que um projeto de segurança deve começar, quando já são analisados todos os fatores fundamentais do empreendimento: a logística dos serviços diários (portas, janelas, entrada, etc.), localização das guaritas, portões de acesso, iluminação e até paisagismo. Veja ao lado, algumas dicas do Grupo GR, especializado em sistemas de segurança.

CEF realiza novo feirão de imóveis

Imóveis financiados em até 100%. Juros de 3% a 12% ao ano

A Caixa Econômica Federal prepara para maio a terceira edição do Feirão de Imóveis no Rio. O calendário oficial será divulgado na semana que vem. No evento, a taxa de juros varia de 3% a 12% ao ano. Será possível comprar unidades novas, usadas e na planta. O financiamento é de até 100%.
Na primeira edição do feirão, foram oferecidos 24 mil imóveis. No ano passado, o número subiu para 35.358 unidades. O evento foi no Riocentro. Outra vantagem é que os imóveis retomados pelo banco - de mutuários inadimplentes - estarão disponíveis no feirão.
Nesse caso, a unidade chega a custar 40% menos, porque a maioria está ocupada e o comprador é quem banca a despesa com a retirada do morador. O novo feirão foi anunciado pela presidente da Caixa, Maria Fernanda Ramos Coelho, na entrega de 198 casas duplex do Programa de Arrendamento Residencial (PAR), em Santa Cruz, na Zona Oeste do Rio.
A linha beneficia famílias com renda de até R$ 1.800 e é ampliada para R$ 2.800 para servidores da área de Segurança Pública. Segundo ela, em 120 dias serão inaugurados mais oito empreendimentos, totalizando 1.300 unidades no município. A meta é construir 20 condomínios (4.544 imóveis).

Terrenos ociosos e valorizados

O governo do estado já tem a lista de 26 terrenos remanescentes do Metrô, que resistiram à privatização, estão ociosos e prontinhos para serem vendidos a grandes construtoras. A operação seria o primeiro passo do Programa de Desmobilização e o palavrão pode ser traduzido como "vender tudo o que não está sendo usado mas vale muito dinheiro".
Todos os terrenos estão localizados em áreas nobres; afinal, poucos lugares são mais nobres hoje no Rio do que as cercanias do metro. E o que for arrecadado servirá para a criação de um fundo imobiliário.

Trio investi em prédio de R$ 34 milhões

Um trio peso pesado de investidores arrematou, antes mesmo do lançamento, um prédio comercial que a RJZ Cyrella vai construir nos próximos meses na Avenida Ataulfo de Paiva, no Leblon. A Gávea Investimentos, de Armínio Fraga, a Icatu Holding e Antonia Mayrink Veiga Frering, mulher de Guilherme Frering, do Grupo Caemi, tornaram-se donos do empreendimento. Valor do negócio: R$ 34 milhões.

Consignado para Imóveis

Interesse deve acirrar concorrência

Além de poder descontar financiamentos imobiliários diretamente nos contracheques, os servidores estaduais poderão também consignar custos com aluguéis de imóveis diretamente no salário, contornando os naturais obstáculos criados pelo mercado, como exigência de fiador. É o que consta do texto do anteprojeto que está sendo analisado pela Secretaria de Habitação.
Enquanto o projeto não é encaminhado à Assembléia Legislativa, a Secretaria de Habitação continua negociando com os bancos. Quase todas as instituições atualmente conveniadas para conceder empréstimos com desconto em folha a servidores vêm se mostrando interessadas em oferecer financiamentos imobiliários comdesconto nos contracheques. O interesse generalizado deve acirrar a concorrência e forçar a prática de taxas de juros mais baixas, quando as operações começarem.
Hoje, pelo menos 40 bancos emprestam dinheiro para os servidores com desconto em folha. Segundo a Habitação, pelo menos um desses bancos, o BMG, já disse ter a possibilidade de praticar taxas abaixo das oferecidas pela CaixaEconômica Federal, quando a operação fof aprovada.
A expectativa do governo é que a concorrência resulte em um efeito dominó na quedar das taxas. Hoje, a Caixa cobra de juros entre 6% e 10,16% ao ano, na linha "carta de crédito" com recursos do FGTS, mesma modalidade que o estado quer que seja oferecida aos servidores, para consignação.
Segundo o secretário estadual de Habitação, Noel deCarvalho, já está pronta a primeira versão do anteprojeto. Estão incluídos ativos, inativos e até pensionistas da administração direta e indireta.
O parágrafo 1° do Artigo 3° prevê que o limite máximo de descontos sobre os rendimentos brutos do servidor podem subir de 40% para 70%, quando houver consignação nos contracheques de prestações de financiamentos imobiliários.

quarta-feira, 28 de março de 2007

Caixa e Gafisa vão financiar casa própria com recursos do PAC

Parceria vai beneficiar famílias com renda até cinco salários mínimos
Após a criação da Fit Residencial, empresa atuará no segmento de baixa renda, a Gafisa firmou uma parceria com a Caixa Econômica Federal para financiar até seis mil imóveis para famílias com renda de até R$ 1.750,00. O convênio contará com recursos do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC). O projeto prevê empreendimentos no Rio de Janeiro e em São Paulo.
Os imóveis, que custarão entre R$ 55 mil e R$ 130 mil, serão financiados pela Caixa Econômica de acordo com as condições de cada linha de crédito. Na modalidade Carta de Crédito FGTS, por exemplo, voltada para as rendas mais baixas, e tem taxa de juros de 6% ao ano, o financiamento pode ser de até 100% do valor do imóvel, no prazo máximo de 240 meses.
O PAC tem recursos de 17,4 bilhões para a habitação este ano. No Rio, esse volume é de R$ 1,7 bilhão.

Curso de Estruturação Imobiliária Aplicada

Programa e Carga horária total:
30 horas/aula, nos dias 15 e 16, 22 e 23 e 29.06.07.(três 6ª feiras e dois sábados, com 6 horas/dia.Aulas - Manhã: das 10:00h às 13:00h. Tarde: das 15:00h às 18:00h. Obs.: coffee break incluído, horário do almoço livre.
Inscrições - As inscrições poderão ser feitas a partir de 19.03.07 (2ª. feira), diretamente na ADEMI RJ (Av. Portugal, 466 - Tel. (21) 2543-1110 ou pelo site
http://www.ademi.org.br/
Início do Curso: 15.06.07 (6ª feira) às 10:00h.

quarta-feira, 21 de março de 2007

STJ garante bem de família

Banco não pode confiscar imóvel dado como garantia
O imóvel, considerado bem de família, não pode ser confiscado pelo banco mesmo tendo sido dado como garantia em operação financeira. O entendimento é da Quarta Turma do Superior Tribunal de Justiça (STJ). Segundo o advogado Sérgio Sender, a decisão esbarra na Lei n° 8009/90, que trata do assunto e prevê sete exceções de impenhorabilidade do único bem de família. Entre elas, estão a fiança locatícia e a hipoteca. "O entendimento abre precedente para famílias que têm apenas um imóvel, mas usam o bem como garantia no sistema financeiro, conforme prevê a lei, possam requerer que a unidade não seja penhorada no caso de inadimplência", afirma o advogado.
O problema é que o dono do imóvel informou que era divorciado, quando contraiu a dívida. Em seguida, argumentou que, por se tratar debem de família, é nula a penhora sobre o apartamento onde mora com sua companheira e duas filhas menores. O proprietário tentou, na 14a Vara Cível de Brasília, efetuar a substituição da penhora do apartamento por salas comerciais, mas o banco rejeitou a oferta.
O Bradesco argumentou que Nascimento, no processo para a penhora, omitiu que o apartamento fosse bem de família, ou que mantivesse entidade familiar. O relator do processo, ministro Aldir Passarinho Júnior, entendeu que toda cautela tem de vir do credor, que deveria ter verificado se o cliente vivia em união estável.