quarta-feira, 4 de abril de 2007

Imóvel na planta com segurança

O planejamento da segurança na planta do condomínio é uma forma de diminuir os gastos entre os futuros moradores (já que costuma estar concluído no preço total da obra) e dá a certeza que foi desenvolvido especialmente para tal finalidade, atendendo exatamente às necessidades específicas do empreendimento.
A iniciativa também evita o transtorno que uma obra para tal finalidade causaria no futuro, com a necessidade de adequação da construção às medidas de segurança que não foram planejadas.
É na planta de um imóvel que se prevê todo o fluxo de visitantes. Por isso, é justamente nessa etapa que um projeto de segurança deve começar, quando já são analisados todos os fatores fundamentais do empreendimento: a logística dos serviços diários (portas, janelas, entrada, etc.), localização das guaritas, portões de acesso, iluminação e até paisagismo. Veja ao lado, algumas dicas do Grupo GR, especializado em sistemas de segurança.

CEF realiza novo feirão de imóveis

Imóveis financiados em até 100%. Juros de 3% a 12% ao ano

A Caixa Econômica Federal prepara para maio a terceira edição do Feirão de Imóveis no Rio. O calendário oficial será divulgado na semana que vem. No evento, a taxa de juros varia de 3% a 12% ao ano. Será possível comprar unidades novas, usadas e na planta. O financiamento é de até 100%.
Na primeira edição do feirão, foram oferecidos 24 mil imóveis. No ano passado, o número subiu para 35.358 unidades. O evento foi no Riocentro. Outra vantagem é que os imóveis retomados pelo banco - de mutuários inadimplentes - estarão disponíveis no feirão.
Nesse caso, a unidade chega a custar 40% menos, porque a maioria está ocupada e o comprador é quem banca a despesa com a retirada do morador. O novo feirão foi anunciado pela presidente da Caixa, Maria Fernanda Ramos Coelho, na entrega de 198 casas duplex do Programa de Arrendamento Residencial (PAR), em Santa Cruz, na Zona Oeste do Rio.
A linha beneficia famílias com renda de até R$ 1.800 e é ampliada para R$ 2.800 para servidores da área de Segurança Pública. Segundo ela, em 120 dias serão inaugurados mais oito empreendimentos, totalizando 1.300 unidades no município. A meta é construir 20 condomínios (4.544 imóveis).

Terrenos ociosos e valorizados

O governo do estado já tem a lista de 26 terrenos remanescentes do Metrô, que resistiram à privatização, estão ociosos e prontinhos para serem vendidos a grandes construtoras. A operação seria o primeiro passo do Programa de Desmobilização e o palavrão pode ser traduzido como "vender tudo o que não está sendo usado mas vale muito dinheiro".
Todos os terrenos estão localizados em áreas nobres; afinal, poucos lugares são mais nobres hoje no Rio do que as cercanias do metro. E o que for arrecadado servirá para a criação de um fundo imobiliário.

Trio investi em prédio de R$ 34 milhões

Um trio peso pesado de investidores arrematou, antes mesmo do lançamento, um prédio comercial que a RJZ Cyrella vai construir nos próximos meses na Avenida Ataulfo de Paiva, no Leblon. A Gávea Investimentos, de Armínio Fraga, a Icatu Holding e Antonia Mayrink Veiga Frering, mulher de Guilherme Frering, do Grupo Caemi, tornaram-se donos do empreendimento. Valor do negócio: R$ 34 milhões.

Consignado para Imóveis

Interesse deve acirrar concorrência

Além de poder descontar financiamentos imobiliários diretamente nos contracheques, os servidores estaduais poderão também consignar custos com aluguéis de imóveis diretamente no salário, contornando os naturais obstáculos criados pelo mercado, como exigência de fiador. É o que consta do texto do anteprojeto que está sendo analisado pela Secretaria de Habitação.
Enquanto o projeto não é encaminhado à Assembléia Legislativa, a Secretaria de Habitação continua negociando com os bancos. Quase todas as instituições atualmente conveniadas para conceder empréstimos com desconto em folha a servidores vêm se mostrando interessadas em oferecer financiamentos imobiliários comdesconto nos contracheques. O interesse generalizado deve acirrar a concorrência e forçar a prática de taxas de juros mais baixas, quando as operações começarem.
Hoje, pelo menos 40 bancos emprestam dinheiro para os servidores com desconto em folha. Segundo a Habitação, pelo menos um desses bancos, o BMG, já disse ter a possibilidade de praticar taxas abaixo das oferecidas pela CaixaEconômica Federal, quando a operação fof aprovada.
A expectativa do governo é que a concorrência resulte em um efeito dominó na quedar das taxas. Hoje, a Caixa cobra de juros entre 6% e 10,16% ao ano, na linha "carta de crédito" com recursos do FGTS, mesma modalidade que o estado quer que seja oferecida aos servidores, para consignação.
Segundo o secretário estadual de Habitação, Noel deCarvalho, já está pronta a primeira versão do anteprojeto. Estão incluídos ativos, inativos e até pensionistas da administração direta e indireta.
O parágrafo 1° do Artigo 3° prevê que o limite máximo de descontos sobre os rendimentos brutos do servidor podem subir de 40% para 70%, quando houver consignação nos contracheques de prestações de financiamentos imobiliários.